segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Emoção que não se compra

Esse sabádo foi especial, não só pra mim, mas pra alguns familiares também. Eu e meu primo, Vinícius Nogueira, vulgo Cabelos, nos apresentamos no Rayuela, um café com letras aqui de Brasília. Mesmo já a algum tempo nesse mundo da música, essa apresentação foi especial. Foi a primeira vez que eu toquei as minhas músicas autorais em um show. Não tem como descrever a sensação. E foi tão bom ver o público responder e aceitar, que eu tive um sábado espetacular.
Agora a fiquem atento pros próximos capítulos.
Preparando um novo show e maior.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Inspiração

Eu acho que todo artista busca inspiração em alguma coisa. Eu acho meio complicado definir o que nos inspira. Eu conheço vários artistas que se beneficiam da dor, e é um pouco triste, por que mesmo quando tudo ta dando certo, eles acabam buscando formas de sabotar para poder retomar o seu processo criativo.
É claro que a felicidade é um sentimento que a gente não sente tanta necessidade de botar no papel. Quando a gente ta feliz, é tão óbvio que até uma criança percebe. Ninguém tem vergonha de ser feliz e muito menos de extravasar a felicidade.
Agora quando se fala da dor, da tristeza. Se toca num ponto onde as pessoas se sentem acuadas e na maioria das vezes não conseguem expressar e nem tirar aquilo do peito. Dai que saem a maioria dos trabalhos. Até as comédias exploram muito a dor, a falta de tato, exclusão social.
Queria eu fazer um brinde (com o meu copo de água aqui do trabalho) a felicidade, e que ela sirva de inspiração a todos e que as pessoas não tenham medo de ser feliz e de mostrar.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Ó dúvida.

O que o dinheiro não faz. Nada melhor pra acabar com os sonhos que a falta de dinheiro.
Outro dia mesmo eu estava cheio de planos e pela falta do mesmo cheguei a pensar em concurso outro dia desses. Isso é um absurdo. Concurso ta virando um mal.
Ontem ao deitar na cama eu repensei tudo e revi meus conceitos. E eu realmente resolvi manter os planos. Acho que ficar mudando os planos regularmente faz com que você recomece o tempo todo, o que faz com que um objetivo maior se afaste.
Demore o tempo que for, mas é importante manter um objetivo.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Da série meu pai é comédia

Dizem que nossos pais são nossos modelos, e que modelo.

Certo dia meu modelo resolveu ir com um grupo de amigos para uma micarê. Como de praxe, muitos excessos e perdições.
pras tantas da manhã. Minha irmã entra no meu quarto querendo quebrar tudo e diz com aquela voz doce de quem está possuída pela cão, "Meu pai quer falar com você". De prontidão peguei o celular e dispensei a enviada para que pudesse seguir no seu sono de exorcismo.
Demorei de uns 5 a 10 minutos para entender que era meu modelo ao telefone. Com aquela fluência de bebê que recém aprendeu a balbuciar e os pais acharam lindo por que ele falou coisas como "fleuba"(me aproveitando de seriados conhecidos), eu me prontifiquei e virei psicólogo de animais.
Lá pra 20 minutos de conversa eu entendi que ele precisava que eu buscasse ele por que tinham roubado o seu carro. Na hora já fiquei meio assim , carro roubado é sempre um coisa complicada. Levantei num pulo só e toquei meu bonde pro destino do suricate alcoolizado (é a melhor forma de descrever a forma física da pessoa em questão).
Chegando lá, já comecei a procurar o carro e pedi que ele me dissesse aonde (mais ou menos) ele tinha parado o carro. Depois de quase uma hora procurando o carro, nada, nada mesmo. Não pude realmente aceitar o fato que o carro tivesse sido realmente roubado.
Na saída perguntei se ele não queria ir a polícia para prestar queixa, ele disse que não, que estava meio mal e que precisava ir pra casa. Como um bom filho, o deixei em casa e me dirigi a minha residência onde encontrei a minha irmã endemoniada me esperando para que eu a levasse para a escola.
Perto do almoço me liga o suricate não tão alcoolizado e pergunta se eu posso leva-lo no local do show. Já me veio na cabeça, "o fdp perdeu a po.. do carro e achou que tivessem roubado". Busquei ele no local combinado e fomos de encontro ao estacionamento vazio, que continha um carro apenas e que coincidentemente era o dele, e que por ironia do destino se encontrava no local totalmente oposto ao que ele tinha me indicado na madrugada.
Rolou aquela troca de olhar amistosa, eu com aquele olhar fulminante de "Seu pinguço" e ele com aquele "foi mal , mas valeu".
Sai de lá com a vontade de empurrar ele pra fora da pista e fazer ele bater num poste, mas devido aos ensinamentos do meu mestre vulgo "Mc Leozinho", eu to tranquilão, numa boa e junto com o batidão a vontade de vingança foi passando.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Tentativas

Bom, nessa fase de aspirante a escritor, eu vou postar um poema que eu escrevi. Críticas são bem vindas.

Palavras

Palavras me traem,
sinto necessidade de calar,
mas não sei controlar o desejo
de expressar tudo que vejo no olhar
que cruza com o meu e me faz repensar.
será mesmo que neles vou encontrar as respostas
pra a sua boca chegar e nela demonstrar o que minhas palavras,
pelo erro da emoção não conseguiram provar.
Não digo nada, apenas observo seu jeito de andar,
tão distraida, sem se preocupar, sem nem se tocar que meu pensamento
se põe a te seguir, tentando descobrir nos seus passos a melhor
forma de acompanhar o seu rítmo sereno e descompromissado que embala
meus batimentos e os acelera tornando a vontade mais enervada e as palavras
mais diretas e mal pensadas.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Vida

Ontem eu li no portal da globo.com que um cara conseguiu um programa de tv por causa do twitter dele que só tinha postagens com as coisas toscas que seu pai falava.
Bom, eu parei pra pensar e comecei a lembrar das pérolas do meu próprio pai, acho que as coisas que ele fala não renderia muito ibope não, principalmente com o público feminino que com certeza se sentiria enojado com tamanho rebuscamento no linguajar do paps, vulgo "Nose"(apelido carinhosamente dado pelo sua capacidade respiratória avantajada). Mas as coisas que ele faz, ai sim, podíamos começar a ver a graça na desgraça alheia. Seria uma série com muito uísque e derivados do etanol, mas algumas passagens divertiriam até os mais céticos quanto ao humor da humilhação. Eu mesmo seria a vítima de vários episódios. Como eu já retratei nesse mesmo blog, onde contei algumas histórias de como sou um acessório e descartável ainda.
Acho que teria como fazer crônicas para uns 100 episódios só agora, sem forçar minha mente e nem apelar para técnicas de regressão para buscar coisas que eu suprimi.
Porém, manterei discreto, farei um projeto piloto no sigilo total, vai que da certo?

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Falar é bom

Eu gosto tanto de falar e conversar que eu fico perdido aqui nesse local de trabalho. Fico praticamente sozinho e sem com quem conversar. O desespero vai subindo, e recorro ao meu celular. Mas o problema é que em um dia eu já quase acabo com a cota de minutos disponíveis no meu plano.
Acho que eu vou tentar arranjar um amigo por aqui. Mas a faixa-etária é muito diferente e pra facilitar eu ainda fico de costas pra tudo, nem ver as pessoas eu vejo, minha visão se limita a minha parede e meu computador.

O que me irrita na vida!!!

Sabe quando a gente começa a fazer lista de coisas que odiamos? Sabe o que mais me irrita em tudo? É a preocupação de ter que se incomodar com as coisas. Acho muito chato ter que se preocupar com as situações que te incomodam. Ai vem a tentativa de evitar, de procurar se afastar. Mas certas coisas sempre vão estar presente na sua vida.
Então nova meta, me concentrar nas coisas que eu gosto, que adoro, que eu amo. É muito mais difícil, mas é um treino e pode ser feito, eu tenho vivido alguns momentos desse. Chegar num lugar e logo se deparar com 5, 6 coisas que já te deixam desconfortáveis. Esse baque é tão rápido que as 12, 13 que poderia te reconfortar, passam desapercebidas. Depois, se passa mais a horas do local revivendo mentalmente as histórias que dão motivo para o seu incomodo, ai pra terminar de ferrar com o seu mental, tem a hora de deitar na cama e tentar não ver aquilo tudo na cabeça.
Bom, o resumo de tudo isso é. É muito mais fácil enumerar as coisas que odiamos, elas martelão muito a nossa cabeça. O que eu quero é, tentar me concentrar ao máximo nas coisas que eu gosto, tentar tirar a força e o poder das coisas ruins, fazer as lembranças felizes mais fortes que as tristes. Se vou conseguir, isso é outro problema, mas quero tentar a todo custo. Como disse, "Odeio ter que odiar".

domingo, 16 de agosto de 2009

Um brinde a vida

Assim que eu completar minha vida, quero ter metas concluídas. Quero ter tido coragem para arriscar e para buscar minha felicidade. Quero ter provado o amor incondicional, quero casar e ter filhos. Ve-los crescer. Dar tchau aos meus pais, sem que isso seja uma coisa trágica, mas sim o final de um ciclo que recomeça com o nascer dos meus netos. Quero vencer minhas batalhas, sem que a glória prejudique meu carinho. E as derrotas, que sirvam de lição, de aprendizado, de experiência, de vivência no longo horizonte que busco pra mim.
Quero me gabar de quantas pessoas eu fiz feliz e não de quantas coisa comprei, acumulei e armazenei durante o período que estive aqui.
Quero perder, recomeçar, ganhar, não ter medo de lutar, de brigar, de sonhar, de amar, ser amado, ensinar, aprender, seduzir e ser seduzido.
E mesmo que a vida tente me convencer do contrário, quero sorrir todos os dias, quero agradecer, ser grato, ser vivo, ser jovem, mesmo com 90 anos, mesmo com as minhas forças se esvaindo com os dias.
Eu quero viver feliz.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Leia com carinho.

Não sei o que falar.
Muito menos como agir.
Só espero te mostrar,
que posso te fazer sorrir.
Quero encontrar,
formas de expressar,
tudo que quero te proporcionar.
Não deixe de gostar,
pois ainda quero te provar
o quanto posso ser,
especial para você.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Micro negócios.

Bom, terça passada, eu e minha namorada resolvemos pegar um cineminha. Quem conhece Brasília sabe que o Pier 21 é um inferno no período de férias. A mulecada invade e fica impossível transitar no shopping.
Já ao chegar notamos que vaga seria artigo de luxo, andamos bastante até encontro uma vaga, longe do nosso destino, na terra e sem luz. Como estavamos combinando a um tempo, decidimos que não iamos deixar esse simples problemas nos abater. Paramos o carro e logo fomos abordados por uma "guardadora de carro" e ela logo foi falando "Dois real pra parar aqui". Logo me veio a mente, "Não é que a inflação atingiu todos os setores da economia mesmo.", e já fui retrucando e tentando negociar com essa micro empresária. Depois de algumas tentativas, resolvi ceder e falei, "Mas você vai estar aqui quando eu voltar né?", e por mais que eu pudesse me preparar, eu nunca estaria pronto pra resposta que veio em seguida. A CEO do estabelecimento de barro mandou, "É claro que sim, eu moro aqui, ta vendo minha casa ali não?". Consternado eu olhei e vi a tendinha dela montada embaixo de uma árvore. Não sabia que eu estava invadindo o lar alheio, fiquei até meio acanhado com tamanha falta de respeito minha.
Cada dia que passa, mais vezes eu fico surpreso com as manobras e formas dos "Flanelinhas" justificarem o dinheiro pedido pelo suposto auxílio a segurança do seu carro. Realmente temo, por que estão cada dia que passa cobrando valores mais altos para "vigiar" o seu carro. E o que me indigna mais é que, se eu me apropriar de terreno público, o governo vem em cima, derruba a casa, processa. Agora o cara cobra aluguel do espaço público como se fosse dele, as pessoas pagam pelo medo, e não por achar que aquilo realmente vai dar alguma segurança a elas e cadê o governo, cadê a polícia?
Cri cri cri!!

terça-feira, 28 de julho de 2009

Em busca da batida perfeita

Tem certas coisas que não mudam mesmo.

Eu sei que todo artista tem que ter uma filosofia, tem que encontrar a sua "Vibe". Porém acho que "A procura da batida perfeita", já ta virando neurose. Não sei se é a obrigação de gravar, ou o marketing do seu estilo. Só sei que é uma frase que já saturou. Liga o rádio "Deixa deixar eu dizer, o que penso dessa vida - A procura da batida perfeita", "Laia laia - chega como eu cheguei - laia laia - malandro é malandro - A procura da batida perfeita".
Como classificar isso? Chatice, falta de criatividade, marketing? Ou isso é um atestado de que as pessoas não prestam atenção nas palavras que formam a letra da música?

Só sei que se ele não achou ainda, devia estar tentando coisas diferentes pra achar. Mas fazer o que né?

terça-feira, 14 de julho de 2009

Hum, acho que não!!

Eu estava hoje pensando aonde queria estar daqui a 5 anos. Sabe aqueles exercícios motivacionais que ensinam pra gente? Então, estava eu tentando me motivar. Mas em 5 anos, aonde vou estar? Vou estar com 30 anos. Essa foi a única conclusão que eu consegui tirar.
Estava tentando pensar no que quero fazer, na vida que eu queria levar e todos os parâmetros que queria para meu futuro.
Tirando os conflitos e paradoxos encontrados eu vi que realmente se eu quero chegar aonde eu quero daqui a 5 anos, eu simplismente tenho que mudar tudo. Só tudo. Um tanto quando desesperador, mas faz parte da realidade de muitos. A gente entra na inércia de um salário mais ou menos, de um emprego "estável" e sem muitas complicações, e acaba esquecendo do que importa.
Eu tomei uma decisão, agora só falta quitar as dívidas juntar a coragem, chutar o pau da barraca, falar para os parentes que me vou e guentar as dificuldades que eu vou encontrar. Acho que eu não nasci pra viver essa vida tranquila. Eu preciso de emoção!!!!!

quarta-feira, 8 de julho de 2009

O mundo não é mais o mesmo.

Tem um tempinho que eu não posto. Tava um pouco pensativo em outras coisas e não tive tempo (inspiração e assunto) para postar.

Com os recentes acontecimentos principalmente a morte da rainha dos baixinhos, vulgo Michael Jackson, eu me senti quase que obrigado a escrever novamente aqui.
Como músico e aspirante a carreira de artista, escrevo com profunda amargura. Por mais que os parquinhos estejam mais seguros agora, a industria fonográfica perdeu e muito. O cara dominou por anos e criou e recriou as tendências atuais. Não teriamos Boys banda nem Justin Timberlake nem toda essa onda Niggah que esta dominando o mercado musical.

Presto aqui meus sinceros pêsames para aqueles que ficaram orfãos da genialidade do artista. E espero ansiosamente pelo que vai acontecer no cenário musical. Abriu um espaço que vai ser degladiado pelas estrelas atuais. O status de Rei do Pop.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Pensamentos!!!

Dizem que as pessoas ficam marcadas por seus atos.
Pensando nisso, comecei a ver o que fiz e o que gerou a imagem que as pessoas tem de mim. Como todo mundo, eu não concordo muito com a visão que as pessoas tem de mim. É claro que na nossa cabeça as coisas funcionam de formas diferentes. Todo mundo vive um mundo a parte. A forma como enchergamos as coisas influenciam demais na forma como vimos nós mesmos e os outros. Não necessáriamente existe uma forma errada e nem uma forma certa de avaliar uma pessoa. E isso se da pelo fato de sermos esteriotipados pelas nossas ações.
Dessa forma temos como ser pessoas totalmente diferentes em diversos grupos sociais. Muitas pessoas considerariam uma prática não adequada, considerariam isso falsidade. Mas eu não vejo dessa forma. Se eu to inserido num grupo onde eu sou visto de uma forma que eu não gosto, por que não mudar isso em outro ambiente social? Quem não conhece histórias de pessoas que são ao mesmo tempo vilões e heróis. Quem não gostaria de mudar a forma como você é visto pela as pessoas que te rodeiam. Ser mais confiante, se impor mais, ser mais paciente e etc...
Todos sabem o quão difícil é mudar uma imagem que se tem das coisas, das pessoas. Pré-ceitos, pré-conceitos, barreiras que todos infrentam na tentativa de serem quem realmente são.
Faça esse exercício. Ao ser inserido num novo ambiente social, busque quebrar os pré-coiceitos, principalmente próprios, e cria a imagem de você mesmo.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Papai me ama muito.

Essa é umas daquelas histórias que colocam a pessoa num patamar onde abaixo dela não tem nada, nada mesmo.
Esse relato é um pouco antigo mas é pertinente para entendermos o instinto paterno.
A alguns anos quando eu estava me formando no segundo grau. Minha mãe viajou e eu fiquei sob a tutela do meu pai. Tudo normal, a escola já tinha acabado. Ele morava num lugar de bom acesso, fazio tudo de bicicleta, tudo tranquilo.
Aqui na cidade onde eu moro, existe uma forma de entrada na universidade federal que você faz uma prova a cada ano do segundo grau. Chegou o dia da última prova e toda a galera combinou que após a prova a galera se juntaria pra comemorar o fim do segundo grau, a nova era que viria (desculpa pra encher a cara e fazer merda) e afins. Combinei obviamente com meu pai a hora de chegada a sua residência (ele não me dava uma chave) e fui tranquilo para a festinha da galera.
Lá pra meia noite eu chego a residência do meu "papito" e como já era conhecido dos porteiros já subi tranquilo. Cheguei na frente da casa dele e notei que o mesmo não estava. Eu não tinha celular na época então tive que descer e procurar uma orelhão para ligar para o mesmo. Liguei a primeira vez e ele disse que já estava pagando a conta e que estava num bar perto de casa que demoraria 10 mim no máximo.
Subi de novo e esperei uns 40 minutos e nada. Esperei mais 20 e desci pra ligar pra ele. "Foi mal filho, ta tendo um problema no fechamento da conta e a gente já ta saindo". Já com alteração de humor eu subi e voltei a esperar "meu querido papi". Mais 1 hora e nada, olhei no relojo e ele marcava precisamente "2 horas e 15 minutos". Com aquela felicidade contagiante, desci e tornei a ligar para o "bebado safado". É claro que a essa hora eu não entendi nada que ele disse, então resolvi desistir. Subi de novo, novamente, e resolvi deitar no hall do andar dele.
Depois de um tempo, adormeci (assim que o chão deixou de estar absurdamente gelado) e me tornei a espera o destino olhar por mim e me tirar daquela situação.
Não me lembro que horas eram, mas lembro que de repente um porta de elevador se abre. A esperança volta a reinar no meu ser, aquele sensação de alívio, a idéia do conforto da casa quentinha. Bom, mas não satisfeito, o "FDP do corno que me botou no mundo", não lembrou que eu estava esperando ele. Saiu do elevador, pisou em mim, entrou em casa e me trancou do lado de fora.
Ele estava tão bebado que demorei mais 15 minutos batendo na porta da casa até ele se dar conta que tinha alguém lá. Quando ele abriu, ele ainda fez aquela cara de susto e pergutou "Uai, o que você ta fazendo aqui"?
Eu mereçooooooooooooooooooooooooo!!!

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Queria estar errado mais não estou!!

Dizem que a descoberta de um era é o bom senso da próxima. Espero que essa máxima se aplique as futuras gerações e principalmente espero que descubram que as coisas estão muito erradas.

Ontém postei um texto que pode ser um pouco polêmico. Até fiquei pensativo. Mas hoje, por minha sorte veio a confirmação que eu precisava.

http://babado.ig.com.br/noticias/2009/06/09/transparencia+e+paetes+mulher+melancia+grava+dvd+de+funk+com+modelito+bem+ousado+6644958.html

Como que isso pode ser enquadrado como cultura de um povo? Complicado né?

Pra não ser o típico de crítico que mete o pau nas coisas, vou adotar a postura de mostrar opções. Então eu indico aqui neste post alguns artistas que acho muito interessantes e que podem despertar algum sentimento de que há vida inteligente na nossa juventude.

Céu - Malemolênica
John Mayer- Heavier things
Death Cab for Cuties - Transatlanticism
The script
Jamiroquai- Toda a discografia
Lenine: Toda a discografia
Paulinho Moska (meu favorito da música brasilieira) - Toda a discografia. Pontos, releitura de sonhos (Caentano veloso) e Acredito que perdi.
Maroon 5 - Os dois discos. Apesar de ser de um contexto bem pop, tem bons arranjos e melodias bem elaboradas.
James Morrison - Songs for you
Max de castro - Samba raro (Esse disco é um pouco indigesto, mas depois que se pega gosto, vira uma excelente referência.)
Dallas Green - City & colour

Não acho que a música tenha que o tempo todo te colocar em introspecção profunda, em conflito de idéias. Acredito plenamente na função de entreterimento da música. Mas acredito que mesmo assim, tem como ter dignidade e respeito a arte. Acredito que tem como escrever sobre sexo de forma inteligente (minha mãe escreve poesia erótica). A vulgarização e a forma como a arte está sendo passada, apenas me mostra que não se pensa mais em formas inteligentes de arte, apenas a arte pelo dinheiro! Se vende, qual é o problema.

O que me controla e me conforta é que as coisas funcionam de forma cíclica. Espero que a próxima era esteja próxima. Espero que seja rápido antes que um pomar inteiro seja atribuido a mulheres com altas doses de "vitaminas". Espero que eu não corte os pulsos. Espero que as pessoas retomem o gostos pelas figuras de linguagem. E espero que façam com que o sexo se torne interessante novamente.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Pura poesia

Eu sou uma pessoa que acredita na música. Se vocês perguntarem pros meus familiares eles vão contar as horas que eu fico pertubando a todos com meus estudos. Como tento ser uma pessoa normal, vou a festas e eventos pra me socializar com as pessoas.
Em uma dessas festas eu notei que muitas pessoas estavam quietinhas, as meninas comportadas agindo como garotas de família, não consegui evitar o seguinte pensamento: "Estamos progredindo?". Lá pra meia-noite eis que entra um novo DJ e pergunta, "Vocês estão prontos pra BAIXARIAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA?", e um coro respondeu com tanta vontade que chegou a encobrir a voz do DJ.
Comecei a observar aquilo com mais atenção. De repente começa um Funk, "Você quer o meu c. ou você quer minha bu..... ou você prefere que eu te bata uma punhe.....!". Não sei o que me chocou mais. Se eu tivesse ficado muito chocado com e letra da música, eu teria perdido cenas muito piores. Aquelas pessoas que estavam quietinhas, comportadas, parecendo pessoas de família, agora estavam requebrando, se esfregando, gritando as poesia que era apresentada pelo enredo da maravilhosa melodia da "música" que estava tocando. Estava horrorisado quando passou um rapaz do meu lado entusiasmadíssimo com o que estava acontecendo e falou a uma frase que eu colocaria na "VEJA" não como frase da semana, mas como frase do ano. A sabedoria foi tanta que eu sinto na obrigação de partilhar essa pérola da humanidade com vocês. Eis que o rapaz diz, "É, as beninas não se dão no funk". Foi tão precisa a análise que eu acho que nem o socióligo, antropólogo mais experiente consegueria negar o brilhantismo da avaliação.
Pra terminar, eu fiquei observando que quanto mais "pecaminosa" a música, mas agitadas e animadas as pessoas ficavam. Quanta poesia, quanto lírismo. Coisas como, "Sai voada amante, que la vem minha mulher, "Elas brincam com a buce.. mas eu te dou um chá de c.!", estavam na boca de todos que residiam e badalavam no local.


Moral da história: Se você perde seu tempo estudando harmonias, melodias. Lendo os grandes poetas e escritores para aprimorar suas habilidades. Você apenas esta perdendo o seu tempo. Por que uma bateria programada e uma pessoa que não tem a menor intimidade com a músicas gritando as maiores atrocidades vão ganhar de você com nocaute no primeiro round. Reze para que a próxima geração seja dotada de maior poder de escolha.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Liga o ar-quente por favor.

Esqueci de contar para vocês. Comprei uma moto (uma scooter na verdade), e lógico que na empolgação da nova aquisição estou aproveitando todos os momentos para usufruir do novo brinquedinho.
Moro em Brasília e essa época do ano quem conhece a região sabe que o clima está começando a ficar seco e a noite a temperatura pode ficar um tanto quanto baixa. Ontém mesmo, aniversário de um amigo sai com a "poderosa", naquele nipe. Quem me ve saindo acha que eu montar "naquela" moto. Casacão, capacete, luva de couro. Todo o equipamento e aparato necessário para andar com "segurança".
Bom. Fui tranquilo para a pizzaria combinada e fiquei lá com o pessoa, rindo, sorrindo, comendo pra cara....., coisa que eu faço muito bem.
Quando chegou a hora de ir, novamente vesti meu aparato e montei na poderosa e sai. O lugar onde eu estava até tava que não estava tão frio. Muitos prédios, carros em movimento, nada que um "homem" não possa aguentar. No meu caminho eu tenho que atravessar o lago Paranoá, e ai que o bicho começa a pegar. De repente a moto começou a tremer e eu logo me tornei a pensar "Que pista ruim". Mas assim que eu andava e ia observando a pista, me toquei que ela estava em perfeitas condições, nenhuma deformação, nenhum buraco, pista lisa e plana. Foi quando me deu a epifania: "Cara...(lho) isso tudo é frio?". Foi quando percebi que não era a moto que tremia e sim minha pessoa. Como já contei em meus post anterios, meu carro é um tanto quanto suspeito. Já me deixou na mão em várias ocasiões. Mas nessa hora que saudade que me deu!! Que falta de ligar o arzinho quente no momento de frio. Que falta de encostar no banco de couro!! Mas como "homem" aguentei o trajeto e depois de um tempo até que ficou menos pior. Eu já não sentia mais nada, minhas mãos (estava sem luva claroooooooooo!!!) já estavam tão geladas que eu só voltei a senti-as a uns 5 minutos atrás. Minha calça "giens" (vulgo jeans), saiu no molde das minhas pernas (me dei conta de quão fina minhas pernas são).
Resumindo, foi uma merda de uma experiência. Passei um frio do caraaaaaaaaaaaaaaaalllllllhhhhhhhhhhhoooooooooooooooooooooooooooo. Mas tudo bem, guentei, aprendi minha lição. Já comecei a procurar casacos e roupas de neuprene para poder suportar essa época de frio em minha cidade.




Próximo desafiooooo!! Período de chuva.
Este verão em todas as telas de cinema.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Usar o banheiro nunca foi tão difícil

Esse vai para todos aqueles que passam por situações na hora de maior introspecção do ser humano.

Eis que estava em minha estação de trabalho quando de repente sinto acontecer movimentos desconfortáveis vindo do minha parte inferior da barriga. Calmamente aguardei a sensação acalmar para pode processar que tipo de informação aquilo iria me passar.
Com todos as informações coletadas decidi que era hora de me dirigir ao toilet mais próximo e rápido.
Já suando frio desabotoei rapidamente minha calça e com aquela sensação de liberdade, de alívio, êxtase. Comecei o trabalho de contrações já estava quase adentrando as portas do paraíso quando de repente, um filho da p...., um corno sem mãe, ignorando todos os sinais que eu havia dado que eu estava no trono divino. O desalmado sai do banheiro e apaga as luzes e no breu me larga. Sozinho, na vasta escuridão uma dúvida paira sobre minha cabeça. "Corro o risco de levantar e tentar acender a luz ou termino meu serviço?". Nota: O interrupidor fica exatamente ao lado da porta de entrada do banheiro.
No momento em que tive uma crise de conciência e decidi largar as calças e voltar ao meu serviço, eis que veio a luz(literalmente). Alguém abençoado entrou e acendeu a bendita luz e permitiu que meu momento de agústia, dor, sofrimento se tornasse em apenas uma memória que estou compartilhando nesse momento.
PS: Por favor, cheque se tem alguém utilizando antes de apagar a luz, não é nada agradável ficar no escuro.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Paipai, quero ser artista.

"Papai, quero ser artista". Acho que essa é a frase mais temida pelos pais convencionais. Mas vamos analizar alguns quesitos.
1- Quais são as pessoas mais admiradas e seguidas? Artistas
2- Que pessoa vive sem assistir tv, escutar música, ver uma revista e etc? Ninguém.
3- Que outra carreira tem o status e as facilidades que a vida de artista te proporciona? Nenhuma.
O mal das pessoas é achar que essa escolha é para simplismente fugir das responsabilidades e dos estudos, faculdade. Mas essas pessoas não sabe o tão complicado, o nível de dedicação e de instrução que se é necessário para ser artista. É claro que sempre tem uns perdidos que não "merecem" estar no lugar que estão. Porém quem não passa por essas situações no seu trabalho? Um chefe incompetente, uma pessoa que ganha muito mais que você e mal sabe assinar o seu nome. Isso faz parte de qualquer profissão.
Não reprimam os seus filhos a desenvolverem habilidades. Elas pode ser úteis mesmo no mundo convencional. Habilidades artísticas não são para qualquer um, isso torna seu filho diferente, da destaque para ele. De forma alguma trate isso como uma vergonha, um mal. Se seu filho preferir fazer aula de canto a um inglês, não grite, nem fique indignado achando que ele não sabe nada e que isso não traz futuro.
Comecem a pensar mais em quem faz a arte, não só nela em si. A sua banda favorita, já foi banda de garagem um dia. Seu ator favorito, já fez filme B. Seu escritor favorito, já escreveu coluna de moda pra não morrer de fome.
O sucesso só é alcançado por aqueles que estão dispostos a arriscarem tudo.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Hora do planeta

Sou um rapaz verde!! Tento fazer ao máximo pelo meu queridinho planeta. Porém algo realmente me encomodou esses dias. Na minha busca por informações por formas de otimizar os recursos planetários, vi uma campanha um tanto quanto duvidosa.
"Faça xixi no banho". Ok, corcordo que gastar litros de água para dar descarga em um xixi é complicado, existem outras formas de fazer isso. Porém, você estimular uma tática um tanto quanto escatológica me asssusta um pouco.
Já que vamos seguir essa onda, já aproveite e faça o seu nº 2 numa latinha e armazene, quando tiver o suficiente produza metano e "voilà", você já tem gás natural para o seu fogão.
Será que eles não ouviram falar de bide, mictório? Que tal a campanha "Faça seu xixi no matinho"? Ai que se poupa mais água ainda. Sou muito urbaninho para algumas idéias tão naturalistas.
Sou totalmente a favor de idéias para salvar o planeta e água, com certeza é um dos assuntos principais. Porém campanhas como "Lave o seu carro a seco" ou "use um balde para lavar o seu carro" campanhas para instruir a jardinagem seria muito mais eficientes que instruir as pessoas a fazerem suas necessidades no banho.

terça-feira, 26 de maio de 2009

Tristeza rubro-negra

E assim acabou a história. "Obina troca Flamengo por Palmeiras".

Com certeza ouve um choro coletivo por parte dos rubro-negros, como largam nosso herói, nosso anjo negro, que sempre nos da emoção nos jogos. O primeiro negro com sardinhas, com talento nas botinhas se foi. E com ele levou um pedaço e um sentimento de todos os rubro-negros.

Agora nos resta..............................................





Comemorarrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr!!!! Saiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii Exuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu!!!

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Bom dia a todos!!

Começo esse blog dizendo a célebre frasa: "Todo castigo pra corno é pouco". Longe de mim ser corno, até por que, para conseguir tal status eu teria primeiramente que me envolver em um relacionamento.
Bom, tirando as particularidades vamos ao que interessa.
Esse ditado popular explica muito bem alguns fatos recorrentes nesses últimos momentos. O salário que de repente vem menor e por mais que você ache injusto os cálculos estão certos. O seu carro que gostou tanto da oficina que você o levou que não quer mais sair de lá. (nota: Quer ficar rico? abra uma empresa de meio serviço e outras empresas para terminar o serviço. Assim você tem mais desculpas para enrolar o cliente.) Aquele futebol que era pra relaxar e no final sai todo mundo na porrada. Sua peguete com recorrentes dores de cabeça. Coisas que dão um certo sabor a vida (mesmo sendo de jiló) e que fazem com que nós seres lúcidos tenhamos devaneios durante as horas de trabalho apenas pensando em coisas libertadoras (dinheiro, mulheres, Caribe, enterro da sogra).
Contarei uma breve história de um dia destinado a dar errado. Um belo rapaz de um 23 anos, bonitão, alto, moreno, biotipo de galã. Acordou heroicamente em uma segunda-feira para se dirigir ao seu local de trabalho. No caminho percebeu que seu carro (muito carente por sinal) estava sentindo uma falta enorme do aconchego da oficina de onde veio. O saudade começou a pensar muito para o pobre automóvel que em um reflexo quase que humano começou a ficar febril!! Coitadinho!! Com toda a calma de um lord inglês, o rapaz parou o carro em seu local de trabalho deu aqueles três biquinhos (na roda é claro, tanto para preservar a integridade do veículo, como a do agressor) e já chegou na sua estação de trabalho com aquele sorriso forçado de bom dia. Contrariado se viu na obrigação de perder o seu horário de almoço para resolver o problema sentimental do seu meio de locomoção. Após deixar-lo na oficina, andou alguns bons minutos e enfrentou o "buzão" por mais alguns até retornar a sua estação de trabalho. Que com um frieza inexplicável (o ar condicionado a 19 graus não justifica) o recebeu sem pelo menos lhe apresentar algum conforto. E trabalho por mais 4 horas que com o marasmo apresentado, se transformou na sensação de dias!!!
17:59, o alívio tanto desejado, era a hora de se libertar, ir para a casa, se entupir de comida e ficar deitado assistindo televisão coçando a pança e esquecendo dos problemas.
Mas o dia não satisfeito, resolveu pregar uma outra peça no rapaz, que mesmo cansado sentou na parada de ônibus para esperar que o transporte público o levasse ao seu destino tão sonhado, "o sofá da sala".
Como de custume, esperou o tempo que normalmente o "coletivo" demora para coletar o bravo garoto. Após alguns minutos de atraso (mais exatamente uns 35 minutos), a Mercedes e o motorista apareceram e com eles a felicidade voltou a ser uma sinapse válida no sistema nervoso deste corajoso "ser". Porém não satisfeito o dia o "sacaneou". Após tentativas exaustivas de chamar a atenção da "porra do onibus que ele estava esperando a mais de 1 hora" que o ignorou e com ele toda a esperança de felicidade e algum conforto se foram.
Obrigado a regredir, o rapaz pegou o seu celular e ligou para a "mamãe". E com uma melancolia na voz, um tom de "estou morto por dentro" (mas nada relacionado as erupções que começavam a acontecer em seu estômago, causadas por aquele almoço de exelente qualidade) ele disse a ela: "Mãe vem me buscar?". E isso foi o fim!! Ele entregou as pontas, assumiu a cornidão que assolou o seu coração, que depois de tantas desilusões só foi capaz de chegar em casa, obrigatóriamente comer alguma coisa, para que suas lumbrigas ficassem quietas e fossem dormir, e em sua cama repousar, na esperança de que amanhã fosse um dia mais feliza.