quinta-feira, 30 de julho de 2009

Micro negócios.

Bom, terça passada, eu e minha namorada resolvemos pegar um cineminha. Quem conhece Brasília sabe que o Pier 21 é um inferno no período de férias. A mulecada invade e fica impossível transitar no shopping.
Já ao chegar notamos que vaga seria artigo de luxo, andamos bastante até encontro uma vaga, longe do nosso destino, na terra e sem luz. Como estavamos combinando a um tempo, decidimos que não iamos deixar esse simples problemas nos abater. Paramos o carro e logo fomos abordados por uma "guardadora de carro" e ela logo foi falando "Dois real pra parar aqui". Logo me veio a mente, "Não é que a inflação atingiu todos os setores da economia mesmo.", e já fui retrucando e tentando negociar com essa micro empresária. Depois de algumas tentativas, resolvi ceder e falei, "Mas você vai estar aqui quando eu voltar né?", e por mais que eu pudesse me preparar, eu nunca estaria pronto pra resposta que veio em seguida. A CEO do estabelecimento de barro mandou, "É claro que sim, eu moro aqui, ta vendo minha casa ali não?". Consternado eu olhei e vi a tendinha dela montada embaixo de uma árvore. Não sabia que eu estava invadindo o lar alheio, fiquei até meio acanhado com tamanha falta de respeito minha.
Cada dia que passa, mais vezes eu fico surpreso com as manobras e formas dos "Flanelinhas" justificarem o dinheiro pedido pelo suposto auxílio a segurança do seu carro. Realmente temo, por que estão cada dia que passa cobrando valores mais altos para "vigiar" o seu carro. E o que me indigna mais é que, se eu me apropriar de terreno público, o governo vem em cima, derruba a casa, processa. Agora o cara cobra aluguel do espaço público como se fosse dele, as pessoas pagam pelo medo, e não por achar que aquilo realmente vai dar alguma segurança a elas e cadê o governo, cadê a polícia?
Cri cri cri!!

terça-feira, 28 de julho de 2009

Em busca da batida perfeita

Tem certas coisas que não mudam mesmo.

Eu sei que todo artista tem que ter uma filosofia, tem que encontrar a sua "Vibe". Porém acho que "A procura da batida perfeita", já ta virando neurose. Não sei se é a obrigação de gravar, ou o marketing do seu estilo. Só sei que é uma frase que já saturou. Liga o rádio "Deixa deixar eu dizer, o que penso dessa vida - A procura da batida perfeita", "Laia laia - chega como eu cheguei - laia laia - malandro é malandro - A procura da batida perfeita".
Como classificar isso? Chatice, falta de criatividade, marketing? Ou isso é um atestado de que as pessoas não prestam atenção nas palavras que formam a letra da música?

Só sei que se ele não achou ainda, devia estar tentando coisas diferentes pra achar. Mas fazer o que né?

terça-feira, 14 de julho de 2009

Hum, acho que não!!

Eu estava hoje pensando aonde queria estar daqui a 5 anos. Sabe aqueles exercícios motivacionais que ensinam pra gente? Então, estava eu tentando me motivar. Mas em 5 anos, aonde vou estar? Vou estar com 30 anos. Essa foi a única conclusão que eu consegui tirar.
Estava tentando pensar no que quero fazer, na vida que eu queria levar e todos os parâmetros que queria para meu futuro.
Tirando os conflitos e paradoxos encontrados eu vi que realmente se eu quero chegar aonde eu quero daqui a 5 anos, eu simplismente tenho que mudar tudo. Só tudo. Um tanto quando desesperador, mas faz parte da realidade de muitos. A gente entra na inércia de um salário mais ou menos, de um emprego "estável" e sem muitas complicações, e acaba esquecendo do que importa.
Eu tomei uma decisão, agora só falta quitar as dívidas juntar a coragem, chutar o pau da barraca, falar para os parentes que me vou e guentar as dificuldades que eu vou encontrar. Acho que eu não nasci pra viver essa vida tranquila. Eu preciso de emoção!!!!!

quarta-feira, 8 de julho de 2009

O mundo não é mais o mesmo.

Tem um tempinho que eu não posto. Tava um pouco pensativo em outras coisas e não tive tempo (inspiração e assunto) para postar.

Com os recentes acontecimentos principalmente a morte da rainha dos baixinhos, vulgo Michael Jackson, eu me senti quase que obrigado a escrever novamente aqui.
Como músico e aspirante a carreira de artista, escrevo com profunda amargura. Por mais que os parquinhos estejam mais seguros agora, a industria fonográfica perdeu e muito. O cara dominou por anos e criou e recriou as tendências atuais. Não teriamos Boys banda nem Justin Timberlake nem toda essa onda Niggah que esta dominando o mercado musical.

Presto aqui meus sinceros pêsames para aqueles que ficaram orfãos da genialidade do artista. E espero ansiosamente pelo que vai acontecer no cenário musical. Abriu um espaço que vai ser degladiado pelas estrelas atuais. O status de Rei do Pop.