domingo, 25 de dezembro de 2011

Uma crônica de natal.

Então é natal.....
Bom, não vamos entrar no mérito do que é natal, até por que seria um debate que já dura séculos.
O que realmente importa pra mim é que natal tem sempre um espírito muito bom de junção e de apreciação da presença dos nossos familiares e amigos. Nessa hora que vemos o tanto que é bom estar com as pessoas que gostamos e sentimos falta. Opsss. Pera ai. Será que isso é verdade? Bom, pra começar, não ganhei um presente nesse natal. Isso já me deixa puto. Se a pessoa gosta de mim, quer minha presença na sua festinha, custava comprar uma lembrancinha? Como que me sinto amado dessa forma?
Claro que não comprei presente pra ninguém. Com a minha situação financeira atual, não podia nem comprar presentes de 1,99 para todos que gosto porém agraciei-os com minha genialidade e meu talento com 11 músicas e dois clipes, sem contar com o meu sorriso que por si só já é um presente. Agora  as pessoas que tem situação financeira melhor que a minha  poderiam retribuir com alguma coisinha. Tudo na vida é uma troca. Para nós autônomos musicais, natal significa a única época do ano que podemos adquirir algumas coisas (bens de consumo), então não ganhar nada significa que você não adquiriu nada no último ano que passou, por isso a dedicação para entregar toda minha criatividade em forma de músicas para que vocês, espectadores e amantes do meu trabalho, retribuam se não com talento artístico, com o seu talento em forma de cartão de crédito.
Termino meu protesto pedindo à todos que gostam de mim leiam e reflitam fortemente sobre isso e não cometam as mesmas gafes anos que vem.
Sinceramente. Guga Peres.

domingo, 23 de outubro de 2011

Abraçando o lado negro.

Ahhhhhhh. Canseiiiiii!!
Nessa sociedade feita de modelos, resolvi adotar o lado negro da força. Sabe como é né? Sempre queremos passar o nosso melhor pras outras pessoas. A gente trata o sorriso, trabalha a gentileza, nos especializamos em trivialidades. E por que? Ah, simplesmente para nos conectarmos? Dizem que o mundo é muito ruim quando estamos sozinhos. Mas por que ter medo?
Meu problema é: Eu sou chato pra caralhoooooooo!!! Sim, sou e muito. Não da forma usual da palavra. Simplesmente pelo fato de que sou cheio de manias e gostos altamente irritantes. É muito desgastante querer ser normal.
Um exemplo: Gosto de entrar na internet e pesquisar como o leitor de cd funciona, sem a menor intenção de utilizar essa informação para algum propósito. Só não consigo viver com o fato de não saber como funciona.
Então, depois de muita introspecção e procura pela paz interior, decidi abraçar o lado negro da força. Me afastarei do rebanho. Assumirei minha verdeira persona. Uma pessoa que não gosta mesmo de senso comum, de modinhas, de padrões de comportamento e muito menos de ter medo do novo.
Vou criar uma sociedade alternativa para os inadequados socialmente, que não sabem dizer sim ou não numa conversar, pros que gostam de filosofar sobre o por que um cachorro é um cachorro e não um gato, para todos aqueles que acham que todo pergunta tem mais de uma resposta.
Eu aceitei isso em mim. Vou deixar o cabelo e a barba crescer, escrever um livro sobre teorias conspiratórias. Depois, quando eu cansar disso, vou colocar um terno e escrever um romance bem meloso, simplesmente pelo fato de querer explorar as opções. Tenho ojeriza de rótulos, quero que ninguém espere nada de mim, ser sempre uma surpresa.
E sim, esse post é chato para um caralhooooooo. Um caralho que não consegui mensurar ainda. Mas é um atestado, uma carta de liberdade. Uma emancipação das minhas obrigações sociais.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Quando a maior necessidade é se comunicar.

Tenho um problema crônico que pretendo mudar drásticamente. Tenho uma necessidade absurda de falar, me sinto totalmente desconfortável no silêncio. Mas ao longos dos anos sempre ouvi comentário, que poucas vezes foram diretos a mim, sobre o fato deu falar demais. Com certeza falo muito, mas demorei a ter a noção que isso fosse um encomôdo verdadeiro para as pessoas.  E por acontecimentos recentes, tive que parar pra pensar o porquê. Como só eu não vejo coisas que parecem pertubar muitas pessoa?
O bom é que com os acontecimentos recentes, percebi o que não parecia óbvio mais é. O problema é a opinião. Não o fato de ter uma opinião, mas sim a necessidade quase que física de expressa-la. Pois bem, é isso. Descobri o fato. Não existe nada de errado em ter opiniões, mesmo as mais fortes, o problema é expressa-las e pior ainda, no momento errado. Pois é, sou o mestre dos mestre nessa situação. Parece que sempre que o silêncio é melhor opção eu falo alguma coisa e claro que como não era o momento, aquilo soa como um sonoro e abusivo despeito da minha parte. Claro que não tenho essa intenção. Sou uma pessoa do bem e que não deseja alimentar e muito menos incentivar negatividades. Mas a porra do oportunismo (inexistente na minha pessoa) tem me vendido totalmente errado.
Por que de repente isso? Bom, minha mãe sempre disse: "Se uma pessoa fala que você está errado, se de o benefício da dúvida. Agora se muitas falam, para e pensa, por que existe 99% de você realmente nestar errado."
E sim, estou errado. Não é agradável, nem confortável para quem está escutando suas palavras de "incentio". Acho que caiu a ficha. Sou desagradável mesmo sem querer.
Para todos que de alguma forma magoei, emputeci, fui desnecessário. Me desculpe, vocês tem toda a razão. E muito obrigado por apontar isso, causou uma reflexão tamanha na minha pessoa que só a necessidade pudesse despertar.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

A simples sintése do nada.

Depois de dirigir 160 km pra nada, descobri que a melhor parte do meu dia foi cortar as unhas.
Em plena sexta-feira me encontro sentado escrevendo coisas sem sentido num blog que provavelmente não vai despertar o interesse de ninguém, porém tem grande serventia para a minha pessoas. Não só pelo fato de exercitar minhas inócuas habilidades literárias mas também de exercitar meu lado incompreendido. Convenhamos: Qual é a graça de ser um pseudo artista que não tem um lado misterioso e sombrio?
Poisé, acho que realmente não possuo essas características. Mas como todo bom artista, sofro daquele incansável tédio que mesmo após várias tentativas não te abandona jamais. Torna a vida uma eterna busca de coisas novas. Claro que isso tem seu lado positivo, mas no momento, tudo parece chato. Inclusive eu.
Acho que nem mesmo eu estou me aguentando esses dias. É difícil conviver com uma sede incansável de novos desafios. Tira um pouco o gosto da conquista, até por que a conquista não é a motivação mas sim o desafio.
Assim deixo esse post dizendo: "Que venha mais do mundo, por que o que estou vendo ainda não é o suficiente pra mim,"

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Fugindo do absurdo

Queria viver ali, naquela tela, retrado no melhor dos meus ângulos.
Cores pinceladas com a emoção de querer que o momento seja aquele e nenhum mais. Vivo, num frame.
Frame-me em um segundo, em um sorriso verdadeiro para que lembre sempre disso.
De um sumiço no que não importou. Um castigo para aquelas coisas que tiraram seu fôlego e foram embora fazendo com que o ar, parecesse um martírio ingrato, desnecessário. Prepontente inibidor dos sonhos que passaram ali, tão perto, mas inalcançáveis, quase debochados.

A falta que a falta faz.

Não escrevo a muito tempo no meu blog e pensando nos motivos, fico triste em dizer que foi falta de inspiração. Ter falta de inspiração tem sido uma coisa recorrente. Sinto-me ultimamente deslocado e descarecterizado das coisas que me cercam.
Sinto falta da admiração contínua que tinha pelas coisas, por que via a cada segundo. Não sinto mais aquela pontada no rin com o que tem sido oferecido a minha pessoa. Talvez precise de outros desafios, competições, desejos e principalmente deslumbramentos.

sábado, 19 de março de 2011

Coisas da vida

Nos últimos dias tenho repensado muitas coisas e não consigo parar de pensar como muitos pensamentos mudaram, muitas visões não se concretizaram e que de repente nem tudo se encaixa.
Claro que as visões mudam de acordo com o nosso amadurecimento, com o desenvolvimento dos valores, as trocas de prioridades. Mas o que "EU" não contava, é que muitas vezes suas visões são criações das suas convicções sobre seu próprio ser. Chame de EGO, de egoísmo, presunção. Mas tinha na minha cabeça plena certeza de que minhas atitudes estavam de acordo com o que acredito e com o que acho que é certo ser feito. Entender e ter certeza de que não, de que na verdade você está fazendo muita coisa errada, fode comigo. Me desculpem o linguajar. Me fode por que me importo. Eu quero que as pessoas ao meu lado se sintam a vontade, tenham confiança e sintam que estou lá por elas.
Dai vem a importância das pessoas na nossa vida. Ter pessoas que gostamos, que confiamos, que respeitamos a opinião, para nos colocar na linha de novo. Me senti cego com determinadas revelações, pensava que tudo estava indo da forma que gostaria que fosse, que estava respondendo as expectativas das pessoas que tenho ao meu lado.
Não estou dizendo que vivo num conto de fadas, mas a gente sempre tem uma ilusão sobre nós mesmo e a minha se quebrou esses dias. Bate uma frustração, uma vontade de voltar no tempo para não cometer os mesmos erros, falar as mesmas coisas, escutar mais e saber lidar melhor com situações.
Sempre tente ser melhor. Melhorar tem que ser sempre um objetivo. Sempre tente escutar melhor as pessoas do seu lado, muitas vezes colocando os problemas delas como prioridade. Isso vai fazer de você uma pessoa melhor, mais amada, mais conectada com seus amigos.

PS: Se você, como eu, tem um problema sério com a sua fala (le-se: "Se você fala pra caramba"), primeiro passo é aprender a controlar seu impulso de falar. Me vejo em várias situações por que eu falo, pela necessidade de debater, de querer discutir cada detalhe de tudo. Cada dia que passa quero controlar mais e mais minha vontade comunicativa. Acredito que blogar seja uma excelente ferramenta para isso.

Boa noite a todos.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Abaixo ao banheiro Feminino

Que homem nunca se perguntou: "Por que as mulheres demoram tanto no banheiro?".
Bom, isso é uma dúvida recorrente minha. Não pelo só pelo poder da observação mas por sofrer constantemente com a espera no lado de fora.
Até esse final de semana, nunca tinha pensado nesse assunto de uma forma mais elaborada. E tudo mudou depois de uma casual ida ao cinema com a minha digníssima primeira dama.
Depois do filme fomos os dois ao banheiro e entramos exatamente ao mesmo momento. Obviamente eu sai em poucos minutos e esperei, li todos os cartazes de filmes que estão para sair, contei o número de imendas do carpete e ainda tive tempo de cantar um música do Bieb´s na minha cabeça (muita informação? ai vai mais, cantei "One less lonely girl", essa música é profunda). Claro que quando a senhorita Bru terminou suas necessidades minha primeira indagação foi: "Por que Deus? O que essa menina tem que ela demora 15 minutos pra fazer um xixizinho?", isso sem contar que a mesma ainda sofre de incontinência. Dai deu o clique. Banheiros femininos não são práticos, roupas femininas não são práticas, mulheres não são práticas, a privada é arcaica, o mundo é prosaico. Ta bom, não é pra tanto. Mas fique você 15 minutos imaginado o que a pessoa está fazendo dentro do banheiro enquanto se escora em qualquer coisa que te de um leve refresco da pose de sentinela e me diga quais foram os seus pensamentos.
Depois de algumas reclamações da parte dela, cheiro, papel higiênico, tampa da privada, mulheres que choram sentadas no vaso (eu também não esperava por essa), nada mais passou na minha cabeça se não o fato de otimizar o banheiro feminino. Acho que se passou muito tempo e nenhuma atitude foi tomada para resolver o desespero dos homens que se olham sem graça enquanto suas mulheres, irmãs, avós, mães, entram num mundo inexplicável para nós homens.
Cheguei as seguintes conclusões:
No tempo que fiquei esperando vi que 90% das mulheres que entravam no banheiro voltam com a maquiagem retocada e com os cabelos levemente diferentes, então pensei: Por que não um espelho na porta do vaso?
Para as choronas, que tal um cantinho com citações que sobre guerras, fotos de tragédias? Em dois tempos ela ia ver que estava fazendo drama e que tem coisa muito pior para ela se preocupar.
Quanto a roupas, sou a favor do fim da calcinha. Mulher não tem pinto pra ficar duro, então ela não precisa de coisas por baixo da calça para esconder a sua ereção e convenhamos que facilitaria o trabalho para nós que não teríamos que comentar, nem perceber a nova lingire que ela comprou para aquele dia em especial. Mas se é um entusiasta da calcinha e acha um elemento de sedução, obrigue a sua mulher a sair sempre de saia. Saiba que, a maioria das mulheres usam calças números abaixo do necessário e passam de 3 a 5 minutos para abotoar a mesma. A saia faria com que sua espera fosse menor e menos desagradável simplesmente pelo fato de saber que, o que separa você do sino dourado? Nada mais que uma fina camada de algodão.
Quanto ao vaso: Tudo bem que homens tem um acessório que facilita a prática urinatória, mas alguém tem que ter uma idéia para uma coisa que exija menos movimentos e tiração de roupas. Enquanto abrimos um zíper, elas abaixam levantam, pulam para a calça voltar ao lugar, um esforço desnecessário. E como nos banheiros masculinos deixariam algumas privadas para o caso daquelas que precisem matricular o "Emílio Santiago" na natação (racista porém válida a piadinha).
Todo banheiro feminino deveria ter uma estação de entretenimento masculino. Já que provavelmente não inventarão uma forma mais prática para que as mulheres façam seu xixizinho, pelo menos criem uma forma de tornar a espera menos dolorosa. Nada muito elaborado, um acesso ao site do Paparazzo, aos gols da rodada, tabela do campeonato, última luta do UFC. Homem se entretem facilmente.
Por final: Médicos deveriam inventar pílulas para fazer com que o xixi feminino evaporasse com o calor corporal. Experimente ir para um lugar lotado, com apenas um banheiro feminino e cerveja liberada. Isso significa horas de festa perdidas esperando ela na porta do banheiro.
Homens, defendam seus direitos. Chega de horas perdidas e pensamentos vagos na porta dos banheiros femininos.