sexta-feira, 23 de setembro de 2011

A simples sintése do nada.

Depois de dirigir 160 km pra nada, descobri que a melhor parte do meu dia foi cortar as unhas.
Em plena sexta-feira me encontro sentado escrevendo coisas sem sentido num blog que provavelmente não vai despertar o interesse de ninguém, porém tem grande serventia para a minha pessoas. Não só pelo fato de exercitar minhas inócuas habilidades literárias mas também de exercitar meu lado incompreendido. Convenhamos: Qual é a graça de ser um pseudo artista que não tem um lado misterioso e sombrio?
Poisé, acho que realmente não possuo essas características. Mas como todo bom artista, sofro daquele incansável tédio que mesmo após várias tentativas não te abandona jamais. Torna a vida uma eterna busca de coisas novas. Claro que isso tem seu lado positivo, mas no momento, tudo parece chato. Inclusive eu.
Acho que nem mesmo eu estou me aguentando esses dias. É difícil conviver com uma sede incansável de novos desafios. Tira um pouco o gosto da conquista, até por que a conquista não é a motivação mas sim o desafio.
Assim deixo esse post dizendo: "Que venha mais do mundo, por que o que estou vendo ainda não é o suficiente pra mim,"

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Fugindo do absurdo

Queria viver ali, naquela tela, retrado no melhor dos meus ângulos.
Cores pinceladas com a emoção de querer que o momento seja aquele e nenhum mais. Vivo, num frame.
Frame-me em um segundo, em um sorriso verdadeiro para que lembre sempre disso.
De um sumiço no que não importou. Um castigo para aquelas coisas que tiraram seu fôlego e foram embora fazendo com que o ar, parecesse um martírio ingrato, desnecessário. Prepontente inibidor dos sonhos que passaram ali, tão perto, mas inalcançáveis, quase debochados.

A falta que a falta faz.

Não escrevo a muito tempo no meu blog e pensando nos motivos, fico triste em dizer que foi falta de inspiração. Ter falta de inspiração tem sido uma coisa recorrente. Sinto-me ultimamente deslocado e descarecterizado das coisas que me cercam.
Sinto falta da admiração contínua que tinha pelas coisas, por que via a cada segundo. Não sinto mais aquela pontada no rin com o que tem sido oferecido a minha pessoa. Talvez precise de outros desafios, competições, desejos e principalmente deslumbramentos.