sexta-feira, 19 de junho de 2009

Pensamentos!!!

Dizem que as pessoas ficam marcadas por seus atos.
Pensando nisso, comecei a ver o que fiz e o que gerou a imagem que as pessoas tem de mim. Como todo mundo, eu não concordo muito com a visão que as pessoas tem de mim. É claro que na nossa cabeça as coisas funcionam de formas diferentes. Todo mundo vive um mundo a parte. A forma como enchergamos as coisas influenciam demais na forma como vimos nós mesmos e os outros. Não necessáriamente existe uma forma errada e nem uma forma certa de avaliar uma pessoa. E isso se da pelo fato de sermos esteriotipados pelas nossas ações.
Dessa forma temos como ser pessoas totalmente diferentes em diversos grupos sociais. Muitas pessoas considerariam uma prática não adequada, considerariam isso falsidade. Mas eu não vejo dessa forma. Se eu to inserido num grupo onde eu sou visto de uma forma que eu não gosto, por que não mudar isso em outro ambiente social? Quem não conhece histórias de pessoas que são ao mesmo tempo vilões e heróis. Quem não gostaria de mudar a forma como você é visto pela as pessoas que te rodeiam. Ser mais confiante, se impor mais, ser mais paciente e etc...
Todos sabem o quão difícil é mudar uma imagem que se tem das coisas, das pessoas. Pré-ceitos, pré-conceitos, barreiras que todos infrentam na tentativa de serem quem realmente são.
Faça esse exercício. Ao ser inserido num novo ambiente social, busque quebrar os pré-coiceitos, principalmente próprios, e cria a imagem de você mesmo.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Papai me ama muito.

Essa é umas daquelas histórias que colocam a pessoa num patamar onde abaixo dela não tem nada, nada mesmo.
Esse relato é um pouco antigo mas é pertinente para entendermos o instinto paterno.
A alguns anos quando eu estava me formando no segundo grau. Minha mãe viajou e eu fiquei sob a tutela do meu pai. Tudo normal, a escola já tinha acabado. Ele morava num lugar de bom acesso, fazio tudo de bicicleta, tudo tranquilo.
Aqui na cidade onde eu moro, existe uma forma de entrada na universidade federal que você faz uma prova a cada ano do segundo grau. Chegou o dia da última prova e toda a galera combinou que após a prova a galera se juntaria pra comemorar o fim do segundo grau, a nova era que viria (desculpa pra encher a cara e fazer merda) e afins. Combinei obviamente com meu pai a hora de chegada a sua residência (ele não me dava uma chave) e fui tranquilo para a festinha da galera.
Lá pra meia noite eu chego a residência do meu "papito" e como já era conhecido dos porteiros já subi tranquilo. Cheguei na frente da casa dele e notei que o mesmo não estava. Eu não tinha celular na época então tive que descer e procurar uma orelhão para ligar para o mesmo. Liguei a primeira vez e ele disse que já estava pagando a conta e que estava num bar perto de casa que demoraria 10 mim no máximo.
Subi de novo e esperei uns 40 minutos e nada. Esperei mais 20 e desci pra ligar pra ele. "Foi mal filho, ta tendo um problema no fechamento da conta e a gente já ta saindo". Já com alteração de humor eu subi e voltei a esperar "meu querido papi". Mais 1 hora e nada, olhei no relojo e ele marcava precisamente "2 horas e 15 minutos". Com aquela felicidade contagiante, desci e tornei a ligar para o "bebado safado". É claro que a essa hora eu não entendi nada que ele disse, então resolvi desistir. Subi de novo, novamente, e resolvi deitar no hall do andar dele.
Depois de um tempo, adormeci (assim que o chão deixou de estar absurdamente gelado) e me tornei a espera o destino olhar por mim e me tirar daquela situação.
Não me lembro que horas eram, mas lembro que de repente um porta de elevador se abre. A esperança volta a reinar no meu ser, aquele sensação de alívio, a idéia do conforto da casa quentinha. Bom, mas não satisfeito, o "FDP do corno que me botou no mundo", não lembrou que eu estava esperando ele. Saiu do elevador, pisou em mim, entrou em casa e me trancou do lado de fora.
Ele estava tão bebado que demorei mais 15 minutos batendo na porta da casa até ele se dar conta que tinha alguém lá. Quando ele abriu, ele ainda fez aquela cara de susto e pergutou "Uai, o que você ta fazendo aqui"?
Eu mereçooooooooooooooooooooooooo!!!

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Queria estar errado mais não estou!!

Dizem que a descoberta de um era é o bom senso da próxima. Espero que essa máxima se aplique as futuras gerações e principalmente espero que descubram que as coisas estão muito erradas.

Ontém postei um texto que pode ser um pouco polêmico. Até fiquei pensativo. Mas hoje, por minha sorte veio a confirmação que eu precisava.

http://babado.ig.com.br/noticias/2009/06/09/transparencia+e+paetes+mulher+melancia+grava+dvd+de+funk+com+modelito+bem+ousado+6644958.html

Como que isso pode ser enquadrado como cultura de um povo? Complicado né?

Pra não ser o típico de crítico que mete o pau nas coisas, vou adotar a postura de mostrar opções. Então eu indico aqui neste post alguns artistas que acho muito interessantes e que podem despertar algum sentimento de que há vida inteligente na nossa juventude.

Céu - Malemolênica
John Mayer- Heavier things
Death Cab for Cuties - Transatlanticism
The script
Jamiroquai- Toda a discografia
Lenine: Toda a discografia
Paulinho Moska (meu favorito da música brasilieira) - Toda a discografia. Pontos, releitura de sonhos (Caentano veloso) e Acredito que perdi.
Maroon 5 - Os dois discos. Apesar de ser de um contexto bem pop, tem bons arranjos e melodias bem elaboradas.
James Morrison - Songs for you
Max de castro - Samba raro (Esse disco é um pouco indigesto, mas depois que se pega gosto, vira uma excelente referência.)
Dallas Green - City & colour

Não acho que a música tenha que o tempo todo te colocar em introspecção profunda, em conflito de idéias. Acredito plenamente na função de entreterimento da música. Mas acredito que mesmo assim, tem como ter dignidade e respeito a arte. Acredito que tem como escrever sobre sexo de forma inteligente (minha mãe escreve poesia erótica). A vulgarização e a forma como a arte está sendo passada, apenas me mostra que não se pensa mais em formas inteligentes de arte, apenas a arte pelo dinheiro! Se vende, qual é o problema.

O que me controla e me conforta é que as coisas funcionam de forma cíclica. Espero que a próxima era esteja próxima. Espero que seja rápido antes que um pomar inteiro seja atribuido a mulheres com altas doses de "vitaminas". Espero que eu não corte os pulsos. Espero que as pessoas retomem o gostos pelas figuras de linguagem. E espero que façam com que o sexo se torne interessante novamente.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Pura poesia

Eu sou uma pessoa que acredita na música. Se vocês perguntarem pros meus familiares eles vão contar as horas que eu fico pertubando a todos com meus estudos. Como tento ser uma pessoa normal, vou a festas e eventos pra me socializar com as pessoas.
Em uma dessas festas eu notei que muitas pessoas estavam quietinhas, as meninas comportadas agindo como garotas de família, não consegui evitar o seguinte pensamento: "Estamos progredindo?". Lá pra meia-noite eis que entra um novo DJ e pergunta, "Vocês estão prontos pra BAIXARIAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA?", e um coro respondeu com tanta vontade que chegou a encobrir a voz do DJ.
Comecei a observar aquilo com mais atenção. De repente começa um Funk, "Você quer o meu c. ou você quer minha bu..... ou você prefere que eu te bata uma punhe.....!". Não sei o que me chocou mais. Se eu tivesse ficado muito chocado com e letra da música, eu teria perdido cenas muito piores. Aquelas pessoas que estavam quietinhas, comportadas, parecendo pessoas de família, agora estavam requebrando, se esfregando, gritando as poesia que era apresentada pelo enredo da maravilhosa melodia da "música" que estava tocando. Estava horrorisado quando passou um rapaz do meu lado entusiasmadíssimo com o que estava acontecendo e falou a uma frase que eu colocaria na "VEJA" não como frase da semana, mas como frase do ano. A sabedoria foi tanta que eu sinto na obrigação de partilhar essa pérola da humanidade com vocês. Eis que o rapaz diz, "É, as beninas não se dão no funk". Foi tão precisa a análise que eu acho que nem o socióligo, antropólogo mais experiente consegueria negar o brilhantismo da avaliação.
Pra terminar, eu fiquei observando que quanto mais "pecaminosa" a música, mas agitadas e animadas as pessoas ficavam. Quanta poesia, quanto lírismo. Coisas como, "Sai voada amante, que la vem minha mulher, "Elas brincam com a buce.. mas eu te dou um chá de c.!", estavam na boca de todos que residiam e badalavam no local.


Moral da história: Se você perde seu tempo estudando harmonias, melodias. Lendo os grandes poetas e escritores para aprimorar suas habilidades. Você apenas esta perdendo o seu tempo. Por que uma bateria programada e uma pessoa que não tem a menor intimidade com a músicas gritando as maiores atrocidades vão ganhar de você com nocaute no primeiro round. Reze para que a próxima geração seja dotada de maior poder de escolha.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Liga o ar-quente por favor.

Esqueci de contar para vocês. Comprei uma moto (uma scooter na verdade), e lógico que na empolgação da nova aquisição estou aproveitando todos os momentos para usufruir do novo brinquedinho.
Moro em Brasília e essa época do ano quem conhece a região sabe que o clima está começando a ficar seco e a noite a temperatura pode ficar um tanto quanto baixa. Ontém mesmo, aniversário de um amigo sai com a "poderosa", naquele nipe. Quem me ve saindo acha que eu montar "naquela" moto. Casacão, capacete, luva de couro. Todo o equipamento e aparato necessário para andar com "segurança".
Bom. Fui tranquilo para a pizzaria combinada e fiquei lá com o pessoa, rindo, sorrindo, comendo pra cara....., coisa que eu faço muito bem.
Quando chegou a hora de ir, novamente vesti meu aparato e montei na poderosa e sai. O lugar onde eu estava até tava que não estava tão frio. Muitos prédios, carros em movimento, nada que um "homem" não possa aguentar. No meu caminho eu tenho que atravessar o lago Paranoá, e ai que o bicho começa a pegar. De repente a moto começou a tremer e eu logo me tornei a pensar "Que pista ruim". Mas assim que eu andava e ia observando a pista, me toquei que ela estava em perfeitas condições, nenhuma deformação, nenhum buraco, pista lisa e plana. Foi quando me deu a epifania: "Cara...(lho) isso tudo é frio?". Foi quando percebi que não era a moto que tremia e sim minha pessoa. Como já contei em meus post anterios, meu carro é um tanto quanto suspeito. Já me deixou na mão em várias ocasiões. Mas nessa hora que saudade que me deu!! Que falta de ligar o arzinho quente no momento de frio. Que falta de encostar no banco de couro!! Mas como "homem" aguentei o trajeto e depois de um tempo até que ficou menos pior. Eu já não sentia mais nada, minhas mãos (estava sem luva claroooooooooo!!!) já estavam tão geladas que eu só voltei a senti-as a uns 5 minutos atrás. Minha calça "giens" (vulgo jeans), saiu no molde das minhas pernas (me dei conta de quão fina minhas pernas são).
Resumindo, foi uma merda de uma experiência. Passei um frio do caraaaaaaaaaaaaaaaalllllllhhhhhhhhhhhoooooooooooooooooooooooooooo. Mas tudo bem, guentei, aprendi minha lição. Já comecei a procurar casacos e roupas de neuprene para poder suportar essa época de frio em minha cidade.




Próximo desafiooooo!! Período de chuva.
Este verão em todas as telas de cinema.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Usar o banheiro nunca foi tão difícil

Esse vai para todos aqueles que passam por situações na hora de maior introspecção do ser humano.

Eis que estava em minha estação de trabalho quando de repente sinto acontecer movimentos desconfortáveis vindo do minha parte inferior da barriga. Calmamente aguardei a sensação acalmar para pode processar que tipo de informação aquilo iria me passar.
Com todos as informações coletadas decidi que era hora de me dirigir ao toilet mais próximo e rápido.
Já suando frio desabotoei rapidamente minha calça e com aquela sensação de liberdade, de alívio, êxtase. Comecei o trabalho de contrações já estava quase adentrando as portas do paraíso quando de repente, um filho da p...., um corno sem mãe, ignorando todos os sinais que eu havia dado que eu estava no trono divino. O desalmado sai do banheiro e apaga as luzes e no breu me larga. Sozinho, na vasta escuridão uma dúvida paira sobre minha cabeça. "Corro o risco de levantar e tentar acender a luz ou termino meu serviço?". Nota: O interrupidor fica exatamente ao lado da porta de entrada do banheiro.
No momento em que tive uma crise de conciência e decidi largar as calças e voltar ao meu serviço, eis que veio a luz(literalmente). Alguém abençoado entrou e acendeu a bendita luz e permitiu que meu momento de agústia, dor, sofrimento se tornasse em apenas uma memória que estou compartilhando nesse momento.
PS: Por favor, cheque se tem alguém utilizando antes de apagar a luz, não é nada agradável ficar no escuro.