Queria viver ali, naquela tela, retrado no melhor dos meus ângulos.
Cores pinceladas com a emoção de querer que o momento seja aquele e nenhum mais. Vivo, num frame.
Frame-me em um segundo, em um sorriso verdadeiro para que lembre sempre disso.
De um sumiço no que não importou. Um castigo para aquelas coisas que tiraram seu fôlego e foram embora fazendo com que o ar, parecesse um martírio ingrato, desnecessário. Prepontente inibidor dos sonhos que passaram ali, tão perto, mas inalcançáveis, quase debochados.
Nossa gato, como é que você pode dizer que escreveu besteiras? Amei seu texto! Tá arrasando na filosofia ;) Muito bacana, mesmo!
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